Debian Netinst - 29/05/2026
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- Apresentação
- Pré-Configuração no VirtualBox
- Pré-Configuração PC
- Formatação
- Pacotes
- Firewall
- Numlock
- Fastfetch
- IP Estático
- Ajustar data e hora
- Pós-configuração VirtualBox
- SSH
- NGINX, PHP e Postgres
- Firebird
- Alias Firebird
- ISQL
- Certbot
- RAID1
- Montar o diretório /var no RAID1
- Verificações RAID1
- Avisos de falha RAID1 por email
- Manipulação dos dispositivos RAID1
- Verificação RAID1 com CRON
- MySQL
- Chrome
- Drivers Proprietários NVidia
- Openbox
- JGMenu
- ZSH
- Oh My ZSH
- Alias para Shell
- Iniciar o modo gráfico ao efetuar o login no tty1
- Plugins para o Oh My ZSH
- Powerlevel10k
- Abrir apps gráficos remotamente com VcXsrv
- Abrir Desktop remoto com X2Go
Apresentação:
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Este tutorial contém todos os pacotes testados por mim para uma boa experiência, de acordo com meus gostos.
Nem todos os pacotes são obrigatórios.
Para servidores, durante a instalação escolha apenas SSH Server e Utilitários de sistema padrão, pois as demais configurações poderão ser feitas remotamente.
Pré-Configuração no VirtualBox:
Sistema >> Aceleração = KVM
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Display >> Tela >> Memória de Vídeo = 128
Display >> Tela >> Controladora Gráfica = VMSVGA
Display >> Tela >> Habilitar Aceleração 3D = true
Rede = Placa em Modo Bridge
Pré-Configuração PC:
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Desabilitar o Secure Boot e iniciar pelo GRUB2 para garantir o acesso por UEFI.
Formatação:
Escolha a segunda opção, Install, e as demais de acordo com as preferências pessoais.
O nome do domínio pode ficar em branco se for local.
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Método de particionamento = Manual:
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Partição Primária, 1 GB, Partição de Sistema EFI;
Partição Primária, 2 GB, swap;
Partição Primária, Restante, ext4, /
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Serão oferecidos alguns pacotes para instalar; pode desmarcar todos.
Pacotes:
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Sudo:
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Outros:
Firewall:
Numlock:
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Criar um serviço:
Conteúdo:
Instalar o serviço:
Fastfetch:
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Apagar:
Adicionar:
IP Estático:
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Conteúdo:
Finalizar:
Ajustar data e hora:
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Para verificar as configurações de data e hora, digite:
Deve aparecer algo semelhante a isto:
Onde:
Local time: é a hora atual interpretada pelo sistema.
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Universal time: é a hora mundial UTC (Coordinated Universal Time).
É a hora base na qual todas as localidades se baseiam para calcular seu fuso horário, ou seja, é o fuso horário zero.
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RTC time: significa Real Time Clock, ou seja, a hora real da máquina que está na BIOS.
Esse relógio fica sempre ligado, mantido pela bateria da placa-mãe.
Time zone: é o fuso horário configurado no sistema; junto com o UTC, define o Local time.
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System clock synchronized: diz se o relógio está sincronizado com um servidor NTP (Network Time Protocol), ou seja, sendo atualizado pela internet.
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NTP service: indica se o serviço NTP está ativo.
Esse serviço é responsável por sincronizar o relógio com a internet.
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RTC in local TZ: informa se o relógio da BIOS (RTC) está mostrando o horário local ou o horário mundial UTC.
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Caso seja necessário ajustar o time zone:
Se estiver em dual boot com Windows:
Pós-configuração VirtualBox:
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Se você tiver seu site no PC, por exemplo em D:\Github\Site\html:
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Para melhorar a integração gráfica e vários recursos entre o VirtualBox e a máquina física:
No VirtualBox, clique em Dispositivos >> Inserir imagem de CD dos Adicionais para Convidados...
Isso adiciona um CD virtual em /dev/sr0; confirme o dispositivo digitando lsblk.
SSH:
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Para acessar o servidor a partir do Windows, usando o IP 192.168.1.4 como exemplo, use o comando:
Ao se conectar a um dispositivo por SSH, o Windows registra a conexão num arquivo chamado known_hosts (em C:\Users\usuario\.ssh) para evitar que você se conecte ao mesmo IP no futuro, mas em uma máquina diferente — protegendo contra ataques "man-in-the-middle" (MITM). Caso ele detecte que a máquina de destino mudou (por uma formatação, por exemplo), aparece o alerta WARNING: REMOTE HOST IDENTIFICATION HAS CHANGED! e a conexão é bloqueada.
Se você tem certeza de que a máquina de destino é a pretendida, pode apagar as linhas referentes ao acesso anterior no known_hosts ou simplesmente rodar:
Ele reseta o acesso e pergunta se você quer registrar um novo fingerprint; basta digitar yes, pressionar Enter, digitar a senha do usuário e pronto, a conexão foi bem-sucedida!
Para não precisar digitar a senha a cada conexão, copie a sua chave pública do Windows (em C:\Users\usuario\.ssh\id_ed25519.pub) e cole no arquivo ~/.ssh/authorized_keys do servidor:
Depois é só salvar com Ctrl + X, Y, Enter e pronto.
Caso ainda não tenha uma chave id_ed25519 no Windows, crie:
Firebird:
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Pacotes:
Configuração:
Descomentar e alterar:
Testar:
Alias Firebird:
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Adicionar no final do arquivo:
Foi criado um alias com o nome banco. Lembrando que o alias não é obrigatório: é possível acessar o banco usando o caminho completo entre aspas.
ISQL:
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Conectar:
Criar usuário:
Criar tabela:
Dar privilégio ao usuário sobre a tabela:
Certbot:
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Para acesso HTTPS pela porta 443/tcp é necessário ter um certificado digital. Geralmente se usam certificados SSL/TLS da Let's Encrypt, por serem gerados automaticamente e gratuitos.
O Certbot é o cliente oficial da Let's Encrypt; para gerar o certificado, primeiro deve-se parar o servidor.
O nginx escuta na porta 80, por isso deve ser parado. No comando seguinte, a Let's Encrypt verifica se o domínio indicado está realmente direcionado para o local de solicitação do certificado, pela porta 80.
Quando necessário, para renovar o certificado:
RAID1:
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RAID1: dois discos gravados em paralelo com redundância de dados. Perde-se em espaço, mas ganha-se em segurança: caso um dos discos falhe, os dados permanecem no outro e não há perda, bastando substituir o disco defeituoso.
Verifique os discos disponíveis e apague os dispositivos que serão usados.
Exemplo com sdb e sdc:
Gerenciar partições:
Repita o processo para o disco sdc.
Agora crie um disco md0 a partir das partições sdb1 e sdc1:
Agora aparecerá um md0 dentro de cada partição.
O comando abaixo mostra o status do RAID, pois pode levar alguns minutos para que os discos sejam sincronizados:
Enquanto estiver sincronizando, deve aparecer algo como:
O [2/2] [UU] indica que ambos os discos estão online.
A última linha mostra o status da sincronização; para sair, pressione Ctrl + C.
Terminada a sincronização, formate o disco /dev/md0 como EXT4:
Agora é só montar esse novo disco como quiser. Vou montá-lo para backup:
Adicione a linha ao final do arquivo:
Recarregar as alterações do fstab e montar o disco:
Gerar o UUID e salvar as configurações no mdadm.conf para que o array RAID seja montado automaticamente no boot, além de adicionar um email para notificações:
Conteúdo do mdadm.conf (seu email e UUID serão diferentes):
Agora atualize o initramfs para que ele leia os dados do mdadm e do fstab e os configure antes mesmo de iniciar o sistema operacional:
Montar o diretório /var no RAID1:
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Configurar a montagem automática:
Adicionar a linha ao final do arquivo:
Atualizar o mdadm.conf:
Verifique se não foi criada uma /var no disco antigo. Para isso, monte o disco antigo num diretório temporário e veja se ele possui o diretório /var.
Verificações RAID1:
Avisos de falha RAID1 por email:
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Configuração do email:
Gerar a senha de aplicativo AQUI.
Conteúdo:
Descomentar e ajustar a linha DNS para DNS=8.8.8.8 no arquivo resolved.conf:
Testar o envio:
Para testar se está tudo certo, remova um disco e veja se o email chega:
Deve chegar um email avisando sobre a falha. Caso não chegue, veja o status:
O --fail marca o disco como defeituoso e para de usá-lo, mesmo que o mdadm ainda ache que ele pode ser usado.
O --remove desconecta o disco do array, deixando-o pronto para ser removido fisicamente.
Manipulação dos dispositivos RAID1:
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Adicionar discos:
Para adicionar um disco ausente, primeiro veja qual dispositivo está faltando.
Usando como exemplo a partição sdb1. Este comando mostra se o disco possui estrutura RAID:
Caso o mdadm julgue o disco inconsistente, zere os metadados e tente novamente:
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Adicionar disco novo:
Identifique o disco defeituoso e remova-o:
Troque o disco fisicamente e crie uma nova partição:
Adicionar a nova partição ao array:
Verificação RAID1 com CRON:
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Criar script para verificação:
Conteúdo:
Cron:
Conteúdo:
MySQL:
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Escolha Não para a primeira pergunta e Sim para as demais:
Reinicie o serviço:
Para o primeiro acesso, digite apenas sudo mysql.
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Ver informações do plugin do usuário:
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Alterar a senha e o plugin de auth_socket para mysql_native_password no root:
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Acessar usando usuário e senha:
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Criar banco de dados:
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Selecionar banco:
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Criar tabela:
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Criar usuário remoto:
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Criar usuário local:
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Listar privilégios:
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Remover todos os privilégios do usuário:
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Remover privilégios específicos do usuário:
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Remover usuário:
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Listar bancos:
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Listar tabelas:
Chrome:
Drivers Proprietários NVidia:
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Adicionar repositórios:
Adicionar contrib e non-free ao final das linhas:
Atualizar:
Drivers NVidia:
Openbox:
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Configure o gerenciador de temas:
Conteúdo:
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Para carregar o compositor, o desktop e a barra de tarefas ao iniciar o ambiente gráfico:
Conteúdo:
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Atalho para o Terminal:
Adicionar em keyboard:
Atualizar:
JGMenu:
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Crie um Button no tint2 settings, em Panel Items.
Edite o Button colocando gdebi no Icon e jgmenu_run no Left click command.
Horizontal padding = 3.
Isso cria um botão iniciar na barra de tarefas.
Caso o botão não apareça, escreva algo em Text.
Depois, no terminal:
Escolher o tema:
Descomentar e alterar as linhas:
As opções a e p escolhidas no jgmenu_run init -i criam os arquivos append.csv e prepend.csv, que são os itens inferiores e superiores do menu.
Agora é possível editar esses arquivos para alterar os menus, na sequência Nome, Comando e Ícone.
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Superior:
Conteúdo:
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Inferior:
Conteúdo:
Para aplicar a transparência na barra de tarefas, em Tint2 Settings >> Panel, desmarque Ignore compositor.
Limpar o tint2:
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ZSH:
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Trocar o shell por outro com mais funcionalidades:
Oh My ZSH:
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O Oh My Zsh é um gerenciador de configuração que permite adicionar temas e plugins ao zsh.
Ao executar o
install.sh, esteja no seu usuário (não no root) para que ele seja instalado na pasta do usuário.
Alias para Shell:
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Adicionar ao final:
Iniciar o modo gráfico ao efetuar o login no tty1:
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Conteúdo:
Plugins para o Oh My ZSH:
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Auto sugestões:
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Mostrar cor de acordo com o comando correto:
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Ativar plugins:
Acrescentar em plugins=(git):
Carregar:
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Uso:
Quando esquecer de digitar sudo, tecle duas vezes o ESC.
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Quando quiser pesquisar algo, digite:
google texto
duckduckgo texto
youtube @ribatube
wikipedia texto
github texto
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Quando quiser descompactar um arquivo, independente do tipo:
extract Arquivo.zip
Powerlevel10k:
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Fonte para o terminal:
Alterar a fonte do terminal em:
Editar >> Preferências >> Aparência >> Fonte >> MesloLGS NF Regular
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Tema:
O Powerlevel10k é um tema para o zsh configurável de forma interativa.
O --depth=1 faz com que seja baixada apenas a última versão, sem histórico e sem arquivos desnecessários.
Configurar o zsh:
Alterar o ZSH_THEME:
Carregar o tema e configurá-lo:
Obs.: na única opção que pode gerar dúvida, escolha Unicode.
Abrir apps gráficos remotamente com VcXsrv:
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Direcione a saída de vídeo no Linux:
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No Windows, instale o VcXsrv.
Ao executá-lo, a única configuração que precisa ser alterada é marcar Disable access control.
Abrir Desktop remoto com X2Go:
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No Debian, instale:
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No Windows, instale o Chocolatey.
Depois execute:
Depois é só conectar usando, no nosso caso, o OPENBOX no Session type.